Sandra Lima
Correspondente da TV LOKAL em Jacarepaguá
Produtora de Audiovisual
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Presidente da Cedae, Wagner Victer fala sobre as melhorias para a Zona Oeste



Para uns, a Zona Oeste “parece um deserto” pelo clima quente e seco. Para outros, sobretudo alguns moradores, a comparação é válida quando das torneiras não sai água. Um problema que o presidente da Cedae, Wagner Victer, pretende resolver com investimentos de cerca de R$ 600 milhões, conforme informou no Café com Ideias, o encontro entre autoridades e empresários promovido pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande.

Em uma tabela de obras enviada ao EXTRA, a Cedae apresenta as intervenções que estão sendo feitas, como o reforço no abastecimento de água de parte de Campo Grande, onde está em andamento a implantação de 13 km de tronco distribuidor e de uma elevatória de água tratada para o Reservatório Vitor Konder. A previsão de conclusão é em outubro.

O projeto de ampliação do sistema de abastecimento na Zona Oeste aguarda a autorização da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), para a contratação de empréstimo. Entre as obras, estão previstas a construção dos reservatórios Mirante II e Guaratiba I, II e III, com capacidade de 30 mil metros cúbicos de água tratada.

Já em Itaguaí e Seropédica, o projeto de melhoria do sistema de abastecimento está aprovado pela Caixa, mas em fase de contratação com o Ministério das Cidades, e prevê a construção das elevatórias de Seropédica, Chaperó e Ilha da Madeira, além dos reservatórios e da implantação de 115,91 km de rede de distribuição, entre outros benefícios.

Moradores disseram que não há investimentos aqui há 50 anos e, empresários, há 25 anos. Por que? A atual administração não pode responder por gestões anteriores, mas, ao assumir em 2007, ciente dos anos de abandono, elegeu a Zona Oeste como prioritária para receber investimentos. Tanto é assim que os detalhados correspondem ao maior volume já feito aqui. Há 50 anos, eu não era nascido. Nós estamos apresentando investimentos em toda a Zona Oeste, que é uma região integrada, da ordem dos R$ 600 milhões. Na Zona Oeste você não faz um investimento de água bairro a bairros, mas pensando em todo o sistema integrado.

Sub-bairros de Campo Grande e Guaratiba, além do bairro de Vila Valqueire e Inhoaíba sofrem com a falta d´agua. Qual o motivo? Que medida foi tomada?

Crescimento desordenado, ligações clandestinas (gatos), e falta de investimento durante décadas levaram ao cenário atual. Os problemas estão sendo combatidos com obras que totalizam R$ 600 milhões, um valor jamais investido em toda a história da Zona Oeste.

Fonte: JORNAL EXTRA

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