Sandra Lima
Correspondente da TV LOKAL em Jacarepaguá
Produtora de Audiovisual
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Aeroportos não serão fechados na Rio+20, diz ministro da Defesa



Os aeroportos do Rio de Janeiro não serão fechados durante a Rio+20, afirmou o ministro da Defesa, Celso Amorim, durante evento realizado nesta segunda-feira (28) na capital fluminense. O foco do encontro foi discutir o esquema de segurança para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. No entanto, o ministro confirmou que será dada preferência aos voos com chefes de Estado, que virão ao Brasil para participar do chamado segmento de alto nível, que deve acontecer entre os dias 20 e 22 de junho, no Rio Centro e reunir ao menos uma centena de líderes de governo. “Haverá uma segurança do espaço aéreo, que será protegido pela Aeronáutica, e marítima, pela Marinha. Não vai haver fechamento de aeroportos. Haverá o horário de chegada dos chefes de Estado, que serão priorizados, mas não haverá fechamento”, disse o ministro, sem dar detalhes sobre a operação. A Rio+20, prevista para começar no dia 13 do próximo mês, ocorre vinte anos depois da Rio 92 (também conhecida como Eco 92), considerada a maior conferência sobre meio ambiente já realizada, que popularizou o conceito de "desenvolvimento sustentável". Restrições Amorim apresentou o esquema de segurança para a Rio+20, juntamente com representantes do Comando Militar do Leste (CML). Segundo o chefe do comando, o general Adriano Pereira Júnior, o tráfego aéreo nos principais locais da conferência será restrito.

Uma das principais áreas será a região da Barra da Tijuca, onde está o Rio Centro, que será transformado em "Perímetro ONU" durante a conferência. “Haverá restrições a sobrevoo nas áreas onde os chefes de Estado estarão reunidos, então aí é obrigatório. Nos aeroportos, com certeza, a prioridade é para pousos de aeronaves em que estejam presentes os governantes. Nós estamos falando de mais de cem chefes de Estado que vão chegar num espaço de tempo pequeno e isso deve causar restrições”, disse o general. 15 mil homens Durante o evento, 8 mil homens das Forças Armadas vão se juntar a outros 7 mil profissionais para manter a segurança das ruas do Rio de Janeiro. Serão policiais civis, militares, federais, bombeiros e guardas municipais.

De acordo com o CML, as ações de segurança serão realizadas por meio da "Operação Rio+20", entre os dias 5 a 29 de junho. As instituições mobilizadas para a operação também irão coordenar e complementar as ações de segurança a cargo da Organização das Nações Unidas (ONU). A escolta de autoridades será feita por 52 equipes especializadas, incluindo 416 batedores. A segurança aérea dos comboios será feita por 29 helicópteros. O policiamento ostensivo da cidade contará com 2,5 mil PMs, mil guardas municipais, 1,4 mil policiais rodoviários federais, 1,4 mil policiais federais e 600 bombeiros.

Fonte: G1

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